O RISCO DEVASTADOR DO CORONAVÍRUS NO CARNAVAL

Todos os anos o carnaval é a principal fonte de preocupação do MS onde um sinal de alerta é gerado para doenças sexualmente transmissíveis. Para conter o avanço dessas doenças, principalmente a AIDS, o governo federal lança campanhas milionárias de publicidade e distribuição de preservativos.

Este ano é diferente, apesar da AIDS ser uma doença sexualmente transmissível e ser a mais perigosa de todas, ela não tem cura. Os olhos do mundo estão voltados para o CORONAVÍRUS (nCoV-2019) porque o virus é altamente transmissivel via contato humano. As investigações ainda estão em andamento, mas sabemos que a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por contato é a principal causa e pode ocorrer de forma continuada.

Outros focos para a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como; gotículas de saliva;

espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão,

contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

O que é coronavírus? Coronavírus já é conhecido desde 1960 e está em sua quinta mutação. Vem de uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias de leves a moderadas em seres humanos e animais.

O que é o novo coronavírus?

É uma nova mutação do vírus, nCoV-2019 – Ele foi detectado e descoberto na cidade chinesa de Wuhan em um mercado de animais vivos no fim de dezembro de 2019.

O ALTO RISCO DO CARNAVAL

No Brasil, são vários casos suspeitos em investigação no momento mas nenhum deles foi confirmado. O MS ainda não lançou o alerta em suas campanhas mas, a grande preocupação é o carnaval com grande potencial para o agravamento dessa doença onde a grande aglomeração de pessoas pode desencadear um problema ainda maior.

Na China, cidades inteiras estão em quarentena evitando ao máximo que a população se aglomerem, seja em estações de trem, escolas ou espaços públicos. Por esse motivo o carnaval é e deveria ser a principal preocupação para as autoridades aumentar o alerta, uma vez que milhões de turistas vindos de todas as partes do planeta estarão juntos festejando o carnaval.

ATENÇÃO: a anvisa informa. Se você tiver, febre, tosse ou dificuldade para respirar, dentro de um período de até 14 dias após viagem para a China ou paises onde a doença se alastrou, procure uma Unidade de Saúde mais próxima e informe a respeito da viagem.

Por Davi Peixoto

Fotos. Pixabay

Fontes: Anvisa, g1 e ministério da saúde

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